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Amanda Gurgel recusa prêmio "Educador de Valor" oferecido por empresários

A professora do Rio Grande do Norte, Amanda Gurgel, que ficou publicamente conhecida após denunciar no Youtube a precariedade da Educação Publica no país, recusou o prêmio oferecido pelo PNBE (Pensamento Nacional das Bases Empresariais). Em seu Blog Amanda informa porque não aceitou o prêmio:

"Porque não aceitei o prêmio do PNBE"


"…Nesta segunda,o Pensamento Nacional de Bases Empresariais (PNBE) vai entregar o prêmio "Brasileiros de Valor 2011″. O júri me escolheu, mas, depois de analisar um pouco, decidi recusar o prêmio.

Mandei essa carta aí embaixo para a organização, agradecendo e expondo os motivos pelos quais não iria receber a premiação. Minha luta é outra

Espero que a carta sirva para debatermos a privatização do ensino e o papel de organizações e campanhas que se dizem `amigas da escola´".

Amanda

Carta da Amanda Gurgel com os motivos

"Natal, 02 de julho de 2011

Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,

Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de 2011 na categoria Educador de Valor, "pela relevante posição a favor da dignidade humana e o amor a educação". A premiação é importante reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.

Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria. Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú, Embraer, Natura Cosméticos, McDonald's, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon, Gabriel Chalita e Marina Silva.

A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo eficiente e sem perder de vista sua finalidade.

Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às chamadas "organizações da sociedade civil de interesse público" (Oscips), utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público. Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou, simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.

Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro, então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e longe dos empresários da educação.

Saudações,

Professora Amanda Gurgel".



Escrito por pesquis@dora às 18h20
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Medicina: Câncer

 

Descoberto mecanismo que aumenta capacidade invasiva do câncer

Cientistas espanhóis e britânicos descobriram um mecanismo molecular que favorece

o deslocamento das células cancerígenas e, com ele, a capacidade invasiva e de metástases

do câncer, informou nesta segunda-feira a Universidade da Cantábria (UC), no norte da Espanha.

A descoberta, publicada na revista Nature Cell Biology, foi feita pela equipe dirigida pelo Piero

Crespo no Instituto de Biomedicina e Biotecnologia da Cantábria (IBBTEC), com a colaboração

do Instituto de Pesquisa do Câncer de Londres.O trabalho demonstra que o movimento das

células cancerígenas é regulado pela proteína RasGRF, cuja ausência provoca aumento da

capacidade invasiva das células.

Em seu comunicado, a UC explica que, quando os níveis dessa proteína caem, o movimento

das células cancerígenas passa de alongados para amebóides, o que a torna mais rápida e

mais eficaz na hora de ultrapassar obstáculos, como macromoléculas, e outros pequenos

espaços que podem surgir no espaço extracelular.

 Fonte: Estadão



Escrito por pesquis@dora às 12h59
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PEDRA DO REINO

A PEDRA DO REINO

                                         
    Por mais realista que uma obra literária pretenda ser, ela é, sempre, invenção. Algumas obras, contudo, assumem essa característica de modo mais intenso, articulando a linguagem com a qual são escritas com uma exuberância imaginativa. Na nossa poesia, é o caso, por exemplo, de um Murilo Mendes. Na nossa prosa, um dos exemplos mais importantes é justamente A Pedra do Reino. Na prosa brasileira não são muito freqüentes as obras que apresentam essa exuberância, esse gosto pela reescritura radical da realidade através do mágico, do imaginativo, do mítico, ao contrário do que acontece nas literaturas hispano-americanas, por exemplo. Podemos destacar, além do romance de Suassuna, o Macunaíma, de Mário de Andrade; alguns momentos de Guimarães Rosa; os esquecidos romances de Rosário Fusco; os livros de J.J.Veiga; os contos de Murilo Rubião e, entre autores mais contemporâneos, os contos de Bráulio Tavares, Nelson de Oliveira e Amilcar Bettega Barbosa. Nossos romances, novelas, ou contos preferem comprometer-se com uma concepção mais tradicional de mímese, influenciados pelo positivismo, realismo e neo-naturalismo.

    A Pedra do Reino se inicia com seu narrador, Pedro Dinis Quaderna, preso na cadeia da sua cidade natal, Taperoá. O ano é 1938. Sua prisão está ligada ao assassinato misterioso do seu padrinho e a turbulências sociais causadas pela aparição de Sinésio, o Donzel do Cavalo Branco, filho do padrinho de Quaderna. Esse Quaderna não é o melhor exemplo de humildade. Ele se considera Dom Dinis Quaderna, o Dom Pedro IV, Decifrador, Rei do Quinto Império e do Quinto Naipe, Profeta da Igreja Católico-Sertaneja. Seus objetivos de vida são simples: pretende ser “Imperador do Brasil”, “Gênio da Raça Brasileira” e “Gênio Máximo da Humanidade”. “Imperador”, por se dizer descendente da família que organizou o movimento messiânico da Pedra do Reino, no qual alguns sertanejos se autoproclamaram reis e promoveram sacrifícios humanos para despertar o rei português Dom Sebastião, em São José do Belmonte, que fica na divisa entre Pernambuco e Paraíba. E “gênio”, porque escreverá a obra máxima da humanidade, que não será outra senão o próprio Romance da Pedra do Reino. Quaderna é um tanto traquinas, também: mentiroso compulsivo, inventa que está cego para escapar de uma suspeita de assassinato, mantém uma casa de prostituição, vive amigado com uma mulher casada, tenta trapacear no famoso Duelo de Pinicos, entre outras presepadas.

    Através do seu Quaderna, Suassuna pratica uma estetização do sertão paraibano, misturando elementos do imaginário popular com a cultura erudita, procedimento-base do seu Movimento Armorial. Como complemento às suas palavras, o autor paraibano inseriu na obra bonitas gravuras que retratam personagens e bandeiras descritos no romance. Para compor este sertão inventado, ele satura a realidade com palavras e imagens exuberantes e hiperbólicas. Este uso persuasivo do verbo e do ícone é uma herança da estética Barroca. Pedra do Reino se aproxima, portanto, de Grande Sertão: Veredas, ao transformar o sertão num palco de desmedidas e imagens barrocas. As duas obras, inclusive, utilizam o recurso da feudalização do sertão como uma das formas de se afastar da dicção documental típica do regionalismo de 30 e do neo-regionalismo de autores como Bernardo Elis e Mario Palmério. Grande Sertão: Veredas nos apresenta um processo de feudalização que se esfarela com a chegada da modernidade entre os jagunços; enquanto que na Pedra do Reino, essa feudalização é uma leitura, quase uma impostura, que Quaderna faz do mundo que decifra.

    Quaderna, por se considerar um intelectual, faz muitas citações, mas muitas vezes as adultera, refazendo-as para que elas contem a história dele. O sertão da Paraíba, com suas visagens, bandeiras, alegorias misteriosas e monstros epopaicos – a Moça Caetana, mistura selvagem e terrível de onça e mulher; a Besta Bruzacã, bicho gigante cujo sangue, se bebido, transforma aquele que o bebeu em imortal; o Cavaleiro Diabólico, cuja língua é composta por sete cobras – é um mundo recriado para servir de suporte não apenas a um prazer estético, como também a uma certa ideologia, escondida nas franjas das palavras da Pedra do Reino. Nenhum discurso é inocente. A professora e ensaísta Sônia Ramalho, na sua tese de doutorado O Sertão de José Lins do Rego e Ariano Suassuna: espaço regional, messianismo e cangaço, que será publicada ainda este ano pelo Programa de Pós-graduação em Letras da UFPE, nos ensina que existe, no romance, a idéia de que o Nordeste é o cerne da autêntica identidade nacional, vinculando a ideologia do romance à ideologia conservadora defendida pelo Movimento Regionalista do Recife, liderado por Gilberto Freyre e José Lins do Rego. No caso de Gilberto Freyre, no entanto, há uma primazia do Nordeste açucareiro, enquanto que na Pedra do Reino, o cerne da nacionalidade se encontraria no sertão algodoeiro-pecuarista. Quaderna pratica então uma nobiliarquização do patriarcado sertanejo, afirma Sônia Ramalho, como forma de fazer prevalecer este Nordeste do sertão e criar um discurso de conciliação entre a aristocracia do sertão e o povo, discurso fundado na idéia de uma democracia racial, chamada no livro de “castanha”, semelhante àquela defendida por Freyre. Esta ideologia ameniza as desigualdades sociais e mascara as relações de dominação entre ricos e pobres. Daí a feudalização atender a finalidades estéticas e ideológicas, que se articulam com o resguardo dos interesses, tanto no caso de Ariano Suassuna, quanto no caso de Gilberto Freyre, dos valores das classes dominantes nordestinas, que sofreram uma crise causada pelas mudanças do capitalismo e da geografia econômica e política brasileiras, a partir do final do século XIX.

    Há uma dicotomia entre cidade e meio rural na Pedra do Reino. Não é por acaso que um dos “vilões” da Pedra do Reino, o coronel Dom Antonio Morais – o “dom”, título nobiliárquico, é dado pelo próprio Quaderna – seja um representante da aristocracia vinculado a usineiros pernambucanos, ao capital estrangeiro e ao governo de João Pessoa, governador da Paraíba assassinado pelos partidários do pai de Ariano, o ex-governador João Suassuna – morto, logo depois, em represália à morte de Pessoa. A morte de João Suassuna foi um dos principais motivos para Ariano iniciar a escritura do seu livro, preferindo, ao contrário de um Hamlet, honrar a memória do seu pai-rei com a literatura, não com a vendeta. O ritmo da narrativa se prejudica quando Ariano defende, com prolixidade, seus posicionamentos ideológicos. Sua criativa escritura e releitura do mundo ficam, nestes momentos, em segundo plano, pois o autor subordina a invenção da linguagem à pregação de uma ideologia, que é transformada num peso de papéis e metáforas. Quem sabe, se for publicada a terceira parte da Pedra do Reino – a segunda parte, hoje esgotada, foi publicada com o nome História do Rei Degolado nas caatingas do Sertão ao Sol da Onça Caetana – nós possamos presenciar a obra-prima que Quaderna e Ariano tanto nos prometeram.
Em dúvida [entenderam??] ...deixem seus comentários amores...


Escrito por pesquis@dora às 12h22
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Conheça a diferença entre
ser árabe, muçulmano e islâmico
 Em dúvida

Império Turco-Otomano, e portanto, esses imigrantes entravam no Brasil registrados como turcos, por isso então criou-se o costume de referir-se a todos esses imigrantes como turcos. No entanto, hoje esses países são independentes, e devemos desfazer esse equívoco, lembrando que um libanês não deve ser chamado de turco, por tratar-se de povos distintos.

Vamos começar pelo termo islâmico. Esse termo se refere aos seguidores do Islamismo, que é uma religião monoteísta

criada no século VII d.c. por Maomé e que hoje conta com seguidores no mundo todo. Portanto, islâmico é todo seguidor

da religião Islâmica, assim como os seguidores do Cristianismo são chamados de cristãos e os adeptos do Judaísmo de judeus.

Muçulmano é apenas um sinônimo de islâmico, não havendo nenhuma diferença entre os termos. Portanto, se você ouvir alguém

dizer que é muçulmano, isso significa que essa pessoa é islâmica, ou seja, seguidora do Islamismo.

O termo árabe se refere a uma etnia, ou seja, à etnia árabe, que é caracterizada pela língua árabe. Assim, todos os povos que têm

a língua árabe como oficial podem ser chamados de árabes. Como exemplo, podemos citar os iraquianos, os egípcios, os marroquinos,

os palestinos, os sauditas, entre muitos outros.

Nós devemos, portanto, ter em mente que islâmico e muçulmano são referentes a uma religião, enquanto árabe é referente a uma etnia.

Essa confusão se dá porque a religião islâmica foi criada pelo povo árabe, e entre esse povo o islamismo ganhou muitos adeptos. No

entanto, devemos lembrar que nem todo muçulmano (ou islâmico) é árabe. Os turcos, os iranianos e os afegãos são povos muçulmanos,

 mas não árabes. Isso porque não falam a língua árabe. O país que possui a maior população muçulmana do mundo é a Indonésia, que

também não é árabe. Devemos ainda lembrar que na Europa, há diversos povos muçulmanos, como é o caso dos Albaneses, dos Bósnios,

dos Chechenos. Além disso, há muitos imigrantes muçulmanos em países como França, Alemanha e Inglaterra.

 

Agora sabemos que nem todo muçulmano é árabe. No entanto, todo árabe é muçulmano? A resposta para essa

pergunta é não. Apesar de a maioria dos povos árabes professarem o islamismo, há o caso do Líbano e da Síria,

que apesar de serem países árabes – já que têm o árabe como língua oficial – e terem a maior parte de suas

populações seguidoras do Islamismo, os dois países possuem uma expressiva parcela de sua população que é

adepta do Cristianismo. Ou seja, nesses países existem muitos árabes que não são muçulmanos, já que não

seguem o Islamismo.

Islâmico e muçulmano são palavras sinônimas, mas que, apesar de estarem associadas ao termo árabe, não

têm o mesmo significado. Caso você tenha alguma dúvida se determinado povo é ou não árabe, confira em um

Atlas Geográfico a língua que eles falam e você terá a resposta.

Vale lembrar ainda que no Brasil, há o costume de referir-se aos imigrantes árabes em geral como turcos, no

entanto, isso é um equívoco, uma vez que, como já dissemos, os turcos são muçulmanos mas não são árabes,

 uma vez que não falam a língua árabe. Esse equívoco se deu porque quando os primeiros imigrantes vindos

da Síria e do Líbano, países árabes, chegaram ao Brasil, esses países estavam sob o domínio do Império

Turco-Otomano, e portanto, esses imigrantes entravam no Brasil registrados como turcos, por isso então

criou-se o costume de referir-se a todos esses imigrantes como turcos. No entanto, hoje esses países são

independentes, e devemos desfazer esse equívoco, lembrando que um libanês não deve ser chamado de

turco, por tratar-se de povos distintos.

FONTE: UOL/clickAprenda

 



Escrito por pesquis@dora às 14h08
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A ORIGEM DO SÍMBOLO @

Imagina-se que o símbolo @ tenha surgido na antiguidade entre as civilizações gregas e romanas para

abreviar a expressão de equivalência entre o peso de mercadoria. Com o passar do tempo, o arrouba

tornou-se uma unidade de medida geralmente utilizada no comércio de animais ou grãos: 1@ = 14,688kg.

A utilização do símbolo na informática só se deu em 1971, quando o programador Ray Tomilson o utilizou

pela primeira vez por pura simpatia e comodidade. Ray necessitava de um símbolo compatível com a

maioria dos sistemas em rede e que fosse diferente o bastante para não ser confundido com os caracteres

dos nomes das pessoas. A moda pegou e não se envia um e-mail sem digitá-lo!

FONTE: www.uol.com.br

 



Escrito por pesquis@dora às 15h41
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Expansão articulada


As Universidades, no Brasil e no mundo, sempre desenvolveram um papel importante no ensino, pesquisa e na extensão. Logo, são sem sombra de dúvidas um lócus do pensamento, que irradia para a sociedade novas teorias nos diversos campos de atividades, contribuindo assim para o avanço desta mesma sociedade.

Se quisermos conhecer um país ou uma região, basta verificar como as Universidades estão inseridas: sua forma de atuação, suas relações com a sociedade, enfim, como elas se integram, participam e contribuem.

As maiores potências econômicas do mundo, como Estados Unidos das Américas, França, Alemanha, Inglaterra possuem grandes universidades de prestigio internacional. Assim, não é difícil de entender que existe uma relação direta entre Universidades e desenvolvimento de uma região.
No Brasil, até pouco tempo, era a Região Sudeste, a mais desenvolvida do país, que detinha as Universidades de maior reputação: Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). No Nordeste, citando Pernambuco, Estado rico para a realidade nordestina, tem também como destaque a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Talvez, nesta relação, Universidade/Desenvolvimento, seja o nosso Estado à exceção. Pois, possui a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que sempre se destacou a nível nacional, hoje, dividindo com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) esse prestígio, mas que o Estado ainda não atingiu seu desenvolvimento pleno.

Assim, em função da importância das Universidades no contexto do desenvolvimento do País, o governo anterior, do presidente Luís Inácio Lula da Silva, adotou uma política agressiva de expansão das Universidades Públicas.

Os Reitores das Universidades Federais responderam a esta iniciativa, apresentando ao Ministério da Educação projetos de expansão de suas universidades. Entretanto, algumas iniciativas precisam urgentemente ser discutidas para que essa expansão possa realmente contribuir para o desenvolvimento daquela região onde o campus foi instalado.

É preciso uma articulação das Universidades com as Secretarias de Educação dos Estados e Municípios para elevar o nível de educação destas localidades. Caso contrário, o acesso a Universidade, via processo seletivo, ficará impossibilitado, gerando assim vagas ociosas que jamais serão ocupadas por aqueles jovens.

É preciso também uma articulação dos governos Federal, Estadual e Municipal com o Setor Empresarial, na perspectiva de desenvolver pólos de trabalho, para que aquele profissional, após terminar seu curso, possa permanecer na localidade.

Enfim, se não fizermos esta discussão, as Universidade continuarão sendo Centro de Excelências, mas não retratarão a realidade de onde estão inseridas.

Luiz Renato de Araújo Pontes
Pró-Reitor/UFPB



Escrito por pesquis@dora às 22h11
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FORUM SOCIAL MUNDIAL E  EX-PRESIDENTE LULA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou do Fórum Social Mundial uma atitude firme diante da posição dos países ricos em relação à África. Ele foi aplaudido pelos representantes dos movimentos sociais que lotaram o auditório, entre eles muitos brasileiros, ao dizer que acha que “não faz sentido que Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial imponham ajustes que inviabilizem políticas públicas de incentivo à agricultura em países pobres”.

– Penso que o Fórum deveria tomar uma decisão: não é possível que o mundo rico não assuma um compromisso com o Continente Africano, exatamente no momento em que o preço dos alimentos sobe no mundo inteiro. Não pensem que o G-20 tem sensibilidade para o problema da fome. Só fomos chamados para reuniões com os países ricos quando eles entraram em crise e precisavam do nosso apoio – afirmou Lula.

Também foi saudado ao afirmar que é cada vez mais forte a consciência de que fracassou o chamado Consenso de Washington (conjunto de medidas pactuadas em 1989 por organismos financeiros multilaterais, como FMI e Banco Mundial, que serviu de base para políticas de estabilização econômica de países em desenvolvimento).

– Quem, com arrogância, nos dava lições, não foi capaz de evitar a crise nos seus próprios países. Felizmente não vigoram mais as teses do Estado mínimo, sem presença reguladora. O mercado já não é mais a panaceia – disse.

Lula completou dizendo que não se pode trocar o neoliberalismo pelo “nacionalismo atrasado, opção da direita norte-americana e europeia, culpando o imigrante pela corrosão social”. Lula participou de uma mesa sobre a peso geopolítico da África, ao lado do presidente de Senegal, Abdoulaye Wade.

– O Brasil não tem pretensão de ditar modelos para ninguém – disse. Mas, segundo ele, o êxito do país “pode ser um estímulo para a construção de um caminho alternativo ao desenvolvimento sustentável e igualidade social”.

Ainda segundo o ex-presidente, “é hora de colocar o desenvolvimento e a democracia no centro da agenda africana”. “É urgente incorporar à cidadania milhões de africanos pobres, o que será importante também na recuperação da economia mundial”. A saída, segundo ele, é produzir alimentos.

– Não há soberania efetiva sem segurança alimentar.

Lula disse que leva ao fórum a mensagem de quem governou o país com a segunda maior comunidade negra do mundo (80 milhões de pessoas), menor apenas que a da Nigéria. Repetiu o pedido de desculpas feito quando da primeira visita ao Senegal, em 2005, por causa do processo de escravidão ocorrido no Brasil até o fim do século 19. “A melhor maneira de reparar é lutar para fazer desse Continente um dos mais prósperos e justos do século 21”.

Na sequência, o presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, afirmou ter “profundos desacordos” com os participantes do fórum porque é “um liberal, partidário da economia de mercado, e isso diz tudo”. Entretanto, afirmou, o Fórum Social é importante porque “o mundo espera pela ideia que o salvará do caos”.

Presidente desde 2000, Wade afirmou que o Senegal melhorou muito desde então. “A renda per capita era de menos de U$ 1,5 mil em 1999. Hoje é de U$1,34 mil, duas vezes e meia o limite da pobreza”. O país também é autossuficiente na produção de alimentos.

– A aspiração à mudança é fundamental. E hoje a África está numa encruzilhada. A imagem é de continente pobre, mas é preciso corrigir essa ideia. Ela não é pobre – foi empobrecida – sentenciou o presidente do Senegal.

Wade disse que apoia a proposta de taxação do fluxo de capitais em 20%, o que geraria recursos para combater a pobreza. E defendeu que a África tenha um assento com direito a veto no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU). “70% dos temas tratados (no conselho) são relativos à África”, disse o presidente senegalês.



Escrito por pesquis@dora às 02h25
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Escândalo:Políticos fazem empréstimos em nome de servidor

para custear campanha na Paraiba

 

Em nome de muitos servidores contratados no período de campanha e, posteriormente demitidos, foram contraídos empréstimo.

Um grande escândalo deve eclodir, em breve, em Campina Grande, envolvendo Banco do Brasil, ex-servidores do estado e algumas

 figuras políticas importantes da Serra, tendo como centro, falsos empréstimos consignados para custear campanhas, nas eleições passadas.

Em nome de muitos servidores contratados no período de campanha e, posteriormente demitidos, foram contraídos empréstimos consignados na

instituição bancária. So que eles não viam a cor do dinheiro.

A manobra era produzida pelos encarregados de suas nomeações em Campina que, portanto, tinham o controle e os faziam assinar um monte

de “papéis”, inclusive o cadastro bancário para ser depositada uma quantia mensal a titulo de pagamento.

Ou seja, o “servidor”, que se contentava com o que estava recebendo, nem sabia do desconto dos consignados e nem o destino do dinheiro dos

 empréstimos, que serviam para reforçar a campanha de candidaturas à Câmara Federal e Senado.

Se Maranhão ganhasse, raciocinavam os donos do “laranjal”, a situação ficaria inalterada, com a permanência dos servidores e continuidade

dos descontos.

E o mais grave: nessa documentação constavam assinaturas de testemunhas, garantindo salários e estabilidade do servidor(a maioria aparece

como concursada), o que somente está sendo descoberto agora, depois da demissões. Tem gente, na qualidade de “concursado”, querendo o

emprego de volta.

LARANJAS

A bomba ainda não ganhou às ruas porque os responsáveis( Lei chama estelionatários) vinham efetuando o pagamento, através de verbas

adquiridas por caminhos tortuosos.

Mas a coisa virou uma bola de neve e em janeiro reinava o pânico por falta de recursos, dada à inércia da movimentação financeira de inicio de ano.

O banco, que deve ter despertado para o problema, não se pronuncia enquanto não se caracterizar o atraso de pagamento e descobrir que os

 credores nunca viram a cor do dinheiro.

Há quem não descarte o envolvimento de funcionários, em razão da facilidade como se emplacou esse tipo de transação em uma instituição bancária

de reconhecido rigor em suas operações de crédito.

A essa altura, a Policia Federal deve entrar em campo para fazer seu trabalho, até que ordem de Brasília faça esquecer o caso, repetindo procedimentos

 em casos pretéritos, coincidentemente, envolvendo as mesmas figuras.

 ESPEREMOS ENTÃO A INVESTIGAÇÃO DAS AUTORIDADES COMPETENTES -POLÍCIA FEDERAL ETC...!             Abismado


 

 

 



Escrito por pesquis@dora às 12h27
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* “ENEM”, inquisição e a “homofobia”.

Julio Severo

Na prova do Enem do sábado passado, a questão da “homofobia” entrou como pergunta, que definiu “homofobia” como “a rejeição

 e menosprezo à orientação sexual do outro”.

Lendo a pergunta, o jovem é induzido a fazer um autoexame para ver se ele sente ou não “rejeição e menosprezo”.Uma resposta

politicamente incorreta recebe uma classificação reduzida no Enem.

Vejamos pois a pergunta que o MEC elaborou — da forma mais tendenciosa possível — e impôs no último Enem:

“Pecado nefando” era expressão correntemente utilizada pelos inquisidores para a sodomia. Nefandus: o que não pode

ser dito. A Assembleia de clérigos reunida em Salvador, em 1707, considerou a sodomia “tão péssimo e horrendo crime”,

 tão contrário à lei da natureza, que “era indigno de ser nomeado” e, por isso mesmo, nefando.

O número de homossexuais assassinados no Brasil bateu o recorde histórico em 2009. De acordo com o Relatório Anual de

Assassinato de Homossexuais (LGBT – Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis), nesse ano foram registrados 195 mortos por

motivação homofóbica no País.

A homofobia é a rejeição e menosprezo à orientação sexual do outro e, muitas vezes, expressa-se sob a forma de

comportamentos violentos.

Os textos indicam que as condenações públicas, perseguições e assassinatos de homossexuais no país estão associadas

A)    à baixa representatividade política de grupos organizados que defendem os direitos de cidadania dos homossexuais.

B)     à falência da democracia no país, que torna impeditiva a divulgação de estatísticas relacionadas à violência contra homossexuais.

C)     à Constituição de 1988, que exclui do tecido social os homossexuais, além de impedi-los de exercer seus direitos políticos.

D)    a um passado histórico marcado pela demonização do corpo e por formas recorrentes de tabus e intolerância.

E)     a uma política eugênica desenvolvida pelo Estado, justificada a partir dos posicionamentos de correntes filosófico-científicas.

O site “Vestibular Brasil Escola” comentou a questão aqui.

Segundo ele, a alternativa correcta é a letra “D”. E justifica: Fortemente influenciado pelos valores cristãos, o passado

colonial brasileiro assistiu a uma constante exclusão de pessoas, e grupos, que não seguissem tais preceitos, como

cristãos novos e sodomitas. Através das visitações da Inquisição, tais personagens foram denunciados como

desagregadores da sociedade colonial, contribuindo-se para a criação de tabus e preconceitos sociais que se perpetuaram

 dentro da história brasileira. O machismo e a homofobia atuais acabam sendo reflexo desta herança histórica.

No autoexame induzido, se você escolher “não” à sodomia, você automaticamente se junta à Inquisição e aos

assassinos de homossexuais.

Você é um homofóbico! Se você responde “sim”, seu Enem está ok.

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) é uma prova criada pelo Ministério da Educação do Brasil para avaliar a

qualidade do ensino médio. Muitas faculdades e universidades usam as notas do ENEM em seus processos seletivos.

***

A ampliação do conceito de homofobia feito pelo MEC é maniqueísta e sugere que todas as pessoas que não

concordam com a prática homossexual sejam homofóbicas.

À Igreja, citada  no enunciado da questão, é  sugerida como homofóbica  e se despreza o contexto histórico e teológico

da afirmação dos clérigos de Salvador, em 1707 !!

** para opiniões dos (das) leitores (ras).



Escrito por pesquis@dora às 13h49
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ENTRE DOIS MUNDOS

aborrecido

Na manhã de 31 de janeiro de 2009, Roxana Saberi, uma jornalista americano-iraniana que trabalhava no Irã, foi tirada de casa por quatro homens e

 levada em segredo para a prisão de Evin. Os agentes  da inteligência  que a prenderam acusaram-na de espionagem, uma  acusação que ela negava.

Após um julgamento fraudulento que foi manchete em todo mundo, ela recebeu a sentença de oito anos de prisão. Mas, diante da forte pressão

internacional, foi libertada no dia 11 de maio de 2009. Agora, Roxana rompe o silêncio e relata a terrível experiência, detalhando os métodos que os

iranianos partidários da linha-dura usam para tentar intimidar e controlar muitas pessoas do país no livro ENTRE DOIS MUNDOS, minha vida de

prisioneira no Irã.

Neste livro emocionante e inspirador, Roxana Saberi fala sobre a prisão, o julgamento, a libertação e a fé. As lembranças, entremeadas por

 observações sobre a sociedade iraniana, o regime islâmico e as relações  dos Estados Unidos com o irã, são ainda mais surgentes  quando

se trata das companheiras de prisão, presas por lutar pelos direitos humanos, pela liberdade de expressão e por religião.

Roxana ganha força e conhecimento com a convivência com as companheiras de cela, que apoiam durante a torturante greve de fome e a fazem

lembrar que a humanidade de uma pessoa permanece,mesmo quando lhe são negados os direitos mais básicos.

 



Escrito por pesquis@dora às 19h11
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A PARAÍBA NÃO QUER JOSÉ MARANHÃO!

A Paraíba não quer Maranhão

(Pinçado do blog de Luiz Torres: “A Paraíba não quer Maranhão). Pela sexta vez ele perde um pleito majoritário

onde ele ou um preposto seu confrontava-se com a oposição comandada por Cássio Cunha Lima. Só três vezes, por meios

artificiais Maranhão chegou ao poder. A primeira pela morte de Mariz, a segunda enfrentando um candidato fantoche depois

de aplicar um golpe na convenção e a terceira pela decisão controversa de sete juízes. Ungido pelo povo, com o selo da

representatividade e legitimidade, ele nunca chegou ao poder e dificilmente chegará como mostraram os números de ontem”.

ECOS DA CAMPANHA

Um fato ninguém discute, o resultado do último domingo além de revelar o desejo por mudanças, pois na democracia nada mais

salutar do que a alternância do poder, revelou ainda de forma bem cristalina, que os caminhos adotados pela chapa situacionista

no segundo turno do pleito, não foram bem digeridos pelo eleitorado, principalmente a questão dos panfletos apócrifos, que tentavam a

todo custo associar o candidato socialista ao satanismo e até mesmo as tentativas de destruição das belas esculturas de nossa capital.

Outro fator que pesou ainda no primeiro turno, foi a criminosa atuação dos institutos de pesquisas, que davam Maranhão até com uma diferença

de 20 pontos percentuais sobre Ricardo Coutinho, o que, como se sabe leva 10% do eleitorado indeciso a migrar para o candidato apontado como

vitorioso, erro que foi corrigido no segundo turno, quando o eleitorado enganado pelas pesquisas, repensou os voto.O fato é que Ricardo Coutinho,

que no primeiro turno havia sido vitorioso em apenas 53 cidades, no segundo turno ganhou em 126 municípios. O coordenador que deu a idéia dos

panfletos e das falsas pesquisas, pode não ter obtido a vitória do seu candidato no pleito, mas com certeza vai faturar o título de “Aloprado do ano”.

O FIASCO DO APOIO DE CÍCERO

O senador Cícero Lucena, presidente do PSDB paraibano, bem que podia ter ficado neutro até em respeito ao seu colega tucano Rômulo Gouveia que

disputava o pleito e principalmente a família Cunha Lima que a vida inteira o carregou nas costas e a quem deve todos os mandatos que conquistou

na carreira, inclusive os cargos no Executivo Federal. Cícero querendo dar uma demonstração de força contra Ricardo Coutinho comprovou apenas

fragilidade, pois a sua presença no palanque e nas carreatas de José Maranhão e sua esposa Lauremilia engajada no comitê de campanha, não serviram

absolutamente para nada, pois Ricardo na capital no primeiro turno obteve 213.811 votos e no segundo turno 215.593 sem perder de vista que nesse

meio tempo empurrou-se de goela abaixo a apelidada PEC 300 e como se sabe o grosso dos efetivos das quatro categorias beneficiadas, residem e

trabalham na capital e em Campina Grande, o que contribuiu para um pequeno crescimento de José Maranhão. Cícero perdeu uma boa oportunidade de

se manter neutro e dormir sem essa, sem falar que comprometeu muito o seu futuro político, pois perdeu o guarda-chuva dos Cunha Lima e certamente

não agradou e não vai se posicionar como queria embaixo do guarda-chuva de José Maranhão, considerando o fiasco nas urnas, principalmente na cidade de João Pessoa.

ESCOLHA DOS FUTUROS ASSESSORES

Falando ainda do pleito é preciso agora que Ricardo Coutinho tenha muito cuidado na escolha dos seus novos aliados e auxiliares, para não cometer os mesmos erros praticados na sua gestão na Prefeitura da Capital, quando se juntou com pessoa que lhe trariam aborrecimentos e decepções futuras. Na Prefeitura Ricardo se aliou e a muitos deles até deu emprego a alguns, tomemos como exemplo: Fernando Milanez, Simão Almeida, Marcelo Weick, Carlos Santos, Marcone Paiva, Neto Franca, Nailton Ramalho, Tavinho Santos, Padre Adelino, o ex-vereador Fuba, Armando Abílio, Gilvan Freire, Aguinaldo Almeida, Francisco Barreto, Nadja Palitot, Manoel Junior, Carlos Batinga, Marcondes Gadelha, Guilherme Almeida, Inaldo Leitão e Gervasio Maia, cujo pai foi secretário de Ricardo e imortalizado com o nome no maior conjunto residencial do Estado, Wilson e Lucia Braga, cujo filho ocupou o Instituto de Previdência do Município e Luciano Cartaxo, sendo que este último de forma elegante jamais atacou Ricardo e cuidou apenas de sua campanha para deputado estadual, escapando assim do fiasco, caso tivesse ficado como vice na chapa de Maranhão.

A ESCOLHA DOS FUTUROS ASSESSORES II

No contraponto, tivemos, entretanto aliados de peso e amigos de todas as horas, que foram incansáveis na campanha, como: Nonato Bandeira,

 Edvaldo Rosas, Humberto Alexandre, Alexandre Urquiza, Fábio Carneiro, Marly Lúcio e Ricardo Sérvulo, vereador Ubiratan Pereira o Bira, Rômulo

Gondim, Lau Siqueira, Fátima Pessoa, Lucio Flávio, Carlos Antônio, Dinaldo Wanderley, Benilton Lucena, Paula Frassinete, Zezinho do Botafogo,

Zenóbio Toscano, sargento Denis, Ricardo Barbosa, Luiz Couto, Efraim Moraes, Sandra Marrocos, Tião Gomes, Bruno Farias, Raissa Lacerda,

Zezinho do Botafogo, Fábio Tyrone, Lindolfo Pires e claro com todas as pompas, Cássio Cunha Lima.

 

 

Esta coluna http://www.paraibanews.com/2010/11/02/a-paraiba-nao-quer-maranhao é publicada em sete portais e no

http://blogdopedromarinho.blogspot.com



Escrito por pesquis@dora às 21h52
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ATUALIDADES URGENTES...!
MEIO AMBIENTE

Ciência e democracia na Amazônia
Atualmente, a Amazônia está sob três tipos de atuações humanas: daqueles que a exploram, degradando as suas propriedades naturais; daqueles que a consideram intocável e, por fim, daqueles que acreditam que é possível estabelecer uma relação socioambiental harmoniosa. Porém nada ainda evitou que milhares de hectares da floresta desapareçam em cinzas todos os dias

Alain Ruellan

DEMOCRACIA

A máquina do Estado e as desigualdades cidadãs
A cada dia temos mais claras demonstrações de que a ditadura brasileira deixou o espaço político e jurídico minado com bombas de efeito retardado que, ainda hoje, fazem estragos! Não só não foi uma “ditabranda”, como cumpriu o seu papel com brilhantismo: assegurou que uns sejam mais iguais que outros

ENSAIO

Mirar Battisti, acertar a multidão
O verdadeiro alvo da campanha contra o abrigo ao ex-militante italiano são as lutas sociais brasileiras. Usa-se para tanto uma visão petrificada da legalidade, que Thomas Jefferson denunciou há três séculos. É triste ver Carta Capital como coadjuvante desta cena



CARNAVAL

É de baque-solto
Um ano após a passagem de mestre Salustiano, o maracatu eletriza Pernambuco. Cores, rodas, ritmos, mistérios. Histórias de uma manifestação que encarna o sincrestismo brasileiro. E de um personagem ideoso e realizador que semeou, além de quinze filhos, uma lantejoula preciosa no mosaico antropofágico que somos


OBSCURANTISMO

O estuprador e o algoz
Tão assustadora quanto o abuso sexual cometido contra uma garota de nove anos, por seu padrasto, é a posição da igreja católica, ao transferir à vítima a culpa pelo “pecado” do aborto. O irracionalismo religioso, que enxergamos nas "teocracias " do Oriente Médio, está bem perto de nós


CULTURA PERIFÉRICA

Deusas do cotidiano
Donas da insustentável leveza do ser, as infantes guerreiras enfrentam a lei da gravidade. Permanecem de pé ante aos dragões comedores de sonhos que escondem na gravidade da lei. Das trincheiras do ninho enfrentam moinhos de mós afiadas para protegerem a pança dos pequeninos

POLÍTICAS ESQUIZOTRANS

Plano de duas feministas
E a gente enfia pra dentro do armário, querendo fazer com que liberação não seja putaria. O serviço de dar prazer, é parte da nossa constituição – não pode ter nada de errado em vender esse serviço, é um serviço e um serviço político, de re-erotizar o que ficou inanimado, abandonado, desprezado pela matriz sexual...

CHÉRI À PARIS / CRÔNICAS FRANCESAS

Marchinhas para um carnaval francês
Quem é de fato um bom parrisiense
Já pertence
A toda essa geleirra
Porrém quem veio de um país que é quente
Não fica, não, contente


DIREITOS

Europa brasileira 4
Quando a imprensa começou a noticiar, as autoridades disseram que era coisinha de nada, comidas que já tinham chegado vencidas há 105 dias. Uma ova que era! Era a comida que foi negada a tantos Joões e tantas crianças, brancas e pretas

fonte:Le Monde diplomatique



Escrito por pesquis@dora às 09h27
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 QUEM TEM MEDO DA CORÉIA DO NORTE ?Abismado

<------O Hotel Ryugyong, o maior feito da arquitetura e engenharia coreana. Com 105 andares é considerado

                                                o hotel mais alto do mundo e está entre os 10 maiores edifícios do mundo. 

Tanto o perigo nuclear quanto a Coreia do Norte são produtos do fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Com a derrota do Eixo, o Japão desocupou a Coreia, que foi dividia em dois países, um sob o controle dos Estados Unidos (Coreia do Sul) e outro ocupado pela antiga União Soviética (Coreia do Norte).

O processo foi semelhante ao que dividiu a Alemanha por 41 anos até a queda do Muro de Berlim.

As duas Coreias travaram uma guerra entre 1950 e 1953, no auge da Guerra Fria, que terminou com um frágil cessar fogo que dura até os dias atuais. Desde o período, marcado pelo perigo iminente de um conflito nuclear, Pyongyang alimenta a ambição de desenvolver armas atômicas.

Com o fim da União Soviética e a derrocada dos regimes comunistas no Leste Europeu, o país sofreu abalos econômicos, do mesmo modo que Cuba. Sem os antigos parceiros comerciais, mergulhou num período de escassez de alimentos que, aliado aos desastres naturais, teria causado a morte de cerca de dois milhões de norte-coreanos nos anos de 1990. A Coreia do Norte possui estimados 23,5 milhões de habitantes.



Escrito por pesquis@dora às 09h04
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Os recentes testes com lançamentos de mísseis nucleares pela Coreia do Norte fazem parte de uma perigosa estratégia que, no cenário pós-Guerra fria, transformou o uso de arsenais nucleares em instrumentos de chantagem internacional.

Um dos objetivos do governo de Pyongyang, capital norte-coreana, é forçar a abertura de um canal de negociação com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para por fim às sanções econômicas que pesam sobre o regime comunista por conta de seu programa nuclear.

A tensão entre os dois países se arrasta desde 2002, quando o ex-presidente George W. Bush incluiu o país asiático no que ele chamou de "eixo do mal", junto com Irã e Iraque.

[*O processo foi semelhante ao que dividiu a Alemanha por 41 anos até a queda do Muro de Berlim.

As duas Coreias travaram uma guerra entre 1950 e 1953, no auge da Guerra Fria, que terminou com um frágil cessar fogo que dura até os dias atuais. Desde o período, marcado pelo perigo iminente de um conflito nuclear, Pyongyang alimenta a ambição de desenvolver armas atômicas.

Com o fim da União Soviética e a derrocada dos regimes comunistas no Leste Europeu, o país sofreu abalos econômicos, do mesmo modo que
Cuba. Sem os antigos parceiros comerciais, mergulhou num período de escassez de alimentos que, aliado aos desastres naturais, teria causado a morte de cerca de dois milhões de norte-coreanos nos anos de 1990. A Coreia do Norte possui estimados 23,5 milhões de habitantes.]



Escrito por pesquis@dora às 08h47
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Outro motivo da provocação seria a política interna. Além de ser um dos países mais pobres da Ásia, a Coreia do Norte sofre com o isolamento político, em razão de sustentar uma ditadura nos moldes soviéticos, centralizadora e militarizada. A ameaça nuclear fortaleceria o governo do chefe do Estado, Kim Jong-il, cuja família controla o poder há meio século.

Desde o último dia 25 de maio, foram realizados um teste nuclear subterrâneo e lançados seis mísseis balísticos e de curto alcance. O resultado foi uma crise diplomática internacional e o risco de novos conflitos armados com a vizinha Coreia do Sul.

A nação socialista violou a resolução 1.718 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), órgão responsável pela segurança mundial. O documento, aprovado em 14 de outubro de 2006, condenava o programa nuclear norte-coreano por contrariar o tratado de não proliferação de armas nucleares. Desde então, a ONU vem pressionado o país para que suspenda os testes.

Essa não foi a primeira vez que os norte-coreanos desafiaram o mundo. No dia 5 de abril, a Coreia do Norte disparou um míssil de longo alcance, alegando que se tratava do lançamento de um satélite de comunicação. No entanto, o mesmo artefato poderia ser usado para carregar uma ogiva nuclear, o que provocou o endurecimento das sanções ao país.



Escrito por pesquis@dora às 08h44
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